segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Encontros e despedidas
domingo, 16 de novembro de 2014
Um só CNPJ
TODOS JUNTOS, UMA SÓ FUNED
Caros amigos, o tema sobre o qual escrevo esta semana é, na minha opinião, muito relevante para as organizações em geral e serve muito bem ao contexto da Funed. É também, na minha opinião, um dos principais aspectos a serem abordados para que a Funed avance rumo ao futuro. Falo neste post sobre integração, um desafio para as instituições em geral, principalmente para as organizações complexas.
Observando alguns fatos, tenho percebido que é impressionante o desperdício de energia e de recursos em função da fragmentação. Uma boa dose da solução para este assunto, passa pelo amadurecimento das organizações em relação ao gerenciamento de processos. Outrossim, ainda que caminhemos neste sentido, há algo da natureza humana que perpassa as maiores crises institucionais. Estou falando de uma postura do “meu”, da competitividade, da visão multifacetada e da falta de visão que muitas vezes as pessoas apresentam, não por maldade, mas por vaidade.
Cito como um exemplo, a questão de equipamentos na Funed. Não faltam equipamentos. Sobram. Com certeza. Mas, falta colaboração, cooperação, compartilhamento, visão integrada. O que as pessoas muitas vezes não percebem é que existem diversos problemas que vem a reboque desta falta de compartilhamento. Entre eles, aumento de custos, falta de eficiência, dentre outros.
Na Fundação, temos pelo menos três grandes negócios: a pesquisa, a produção industrial e o laboratório de saúde pública. Estes negócios podem se potencializar, caso estabeleçam uma relação mútua de fortalecimento e compartilhamento. Ou, podem se tornar concorrentes. E aí, receio que o desfecho não seja bom para a organização.
As disputas continuam nos mais diversos assuntos que envolvem recursos. Creio que a visão humana precisa ser mais temperada com um certo desapego e com a compreensão de que é necessário estabelecer uma relação de complementariedade entre os negócios da instituição. Somos uma só Funed, com um só CNPJ. Acho fantástico pensar em trocar o nosso logotipo: uma grande seta apontando para o futuro é melhor que quatro setas pequenas e fragmentadas.
E reforço, muito disso que ocorre é inerente a natureza humana apegada e as vaidades pequenas que não podem jamais sobrepor aos objetivos da organização.
Para quem se interessar pelo assunto, até mesmo organizações rivais, que não tem o mesmo CNPJ, estão avançando para modelos diferenciados de trabalho em rede. Procure o significado de coopetição e verá que este é um caminho já existente.
Para os que se interessarem ainda mais, sugiro que leiam a entrevista de Don Tapscott a Revista Veja (link:http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/a-inteligencia-esta-na-rede-entrevista-com-don-tapscott/). Parafraseando: “Não vivemos na era da informação. Estamos na era da colaboração. A era da inteligência conectada”.
Tenho certeza que no dia a dia, você também persegue oportunidades de avançar nesta integração.
Provavelmente, já se incomodou também com as pequenas disputas ou a falta de compartilhamento. Neste post, estou fazendo uma provocação: propondo a todos que busquem uma Funed cada vez mais colaborativa e integrada.
E você? Tem exemplos que comprovam ou reforçam esta percepção da falta de integração e compartilhamento? O que sugere para avançarmos na Funed com um único CNPJ?
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Mudança nas organizações
Apesar de todos estes avanços, infelizmente, algumas pessoas ainda são refratárias às mudanças. Pessoas com um imenso potencial, com uma grande possibilidade de contribuição para a Funed, mas que muitas vezes deixam o “eu” prevalecer ao “nós”. Pessoas que não enxergam que a Funed é maior, é uma instituição secular, que existia antes da nossa chegada e continuará existindo depois da nossa partida.segunda-feira, 27 de outubro de 2014
DIAMANTES, PÉROLAS E OURO!
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Período Eleitoral 2014
sábado, 21 de junho de 2014
Fortalecimento do SUS
terça-feira, 10 de junho de 2014
Líder ou chefe?
sábado, 24 de maio de 2014
Além dos muros...
Além dos muros da Gameleira...
domingo, 18 de maio de 2014
Proteção digna de super herói
O DESAFIO DE PROTEGER UMA POPULAÇÃO
O post de hoje fala sobre um dos
mais nobres papeis exercidos no âmbito das ações de saúde pública: a vigilância
e proteção a saúde. Como sempre temos feito, vamos
introduzi-lo com uma analogia. Lembram-se dos desenhos e filmes
dos super heróis? Superman, batman e tantos outros? Antever fatos, ser
vigilante, proteger a saúde de uma população é coisa para super heróis.segunda-feira, 5 de maio de 2014
Pérola... nós temos uma. Você conhece?

Nesta postagem, vamos debater um produto que carrega um forte estigma e tem na sua origem a marca de ser um medicamento maléfico. Mas, temos acreditado cada vez mais que deste produto se pode extrair algo com um potencial fantástico, bastante valioso para a saúde das pessoas... Estamos falando da Talidomida.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
De volta para o futuro
De volta para o futuro (as Parcerias que proporcionam desenvolvimento).
- A seleção e a gestão das parcerias devem ser transparentes, amparadas pelos critérios legais estabelecidos pelas normas, como a Portaria 837/2012. Deve-se considerar as regras do jogo, como a lista dos produtos considerados estratégicos para o SUS.
- Os laboratórios públicos devem ser sinceros ao propor as parcerias, verificando critérios como: existe uma capacidade estrutural instalada ou mesmo negociada para assumir esta parceria? Esta questão deve fazer parte da análise de viabilidade.
- Os parceiros privados devem ser idôneos, sérios e comprometidos, assumindo parcerias que de fato sejam feitas no modelo “ganha-ganha”.
- As regras das transferências devem estar escritas de forma clara e honesta nos contratos e as transferências devem ser gerenciadas de forma sistematizada, por exemplo, por meio de ferramentas de gestão de projetos.
- Jamais se deve assumir uma transferência de tecnologia apenas como uma nova possibilidade de receita. A Política foi feita para que os laboratórios públicos sejam estruturados e para que o ambiente produtivo nacional seja fortalecido, não para que se repasse ou simplesmente distribua medicamentos para o governo federal.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
A escolha de produzir básicos
Nem tão básico assim...
Gostaria de levantar neste post
um assunto polêmico. Muitos atribuem o fato de a Funed não ter atualmente
nenhum contrato de fornecimento de básicos com a SES/MG (e nem mesmo estar
produzindo básicos) a opção estratégica de trabalhar com produtos de maior valor
agregado e de fazer os processos de transferência de tecnologia.Não vou entrar no mérito do
passado, remoendo culpas, motivações. Não, meu objetivo aqui é olhar para o
presente e o futuro. Quero responder com vocês a seguinte pergunta: devemos
retomar a produção e o fornecimento de básicos? Aqui, coloco os prós e contras
que eu consigo elencar.
E quanto custa ter a marca Funed
e do governo em todos os municípios? Lembrando que no SUS Estados e Municípios
estão cada vez mais onerados no orçamento (e o governo federal escapou ileso a
LC 141/2012) não é importante fixar a presença do Estado para os cidadãos? Não
ajuda neste sentido ter uma marca Funed fortalecida na casa dos nossos usuários
do SUS?











